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Endless Words

"Escrever é como abrir gaiolas: coloco as palavras em ordem, descubro a senha do cadeado, liberto os pássaros. E os sentimentos."

Endless Words

"Escrever é como abrir gaiolas: coloco as palavras em ordem, descubro a senha do cadeado, liberto os pássaros. E os sentimentos."

 

Na semana passada iniciou-se uma conversa deveras interessante nas mulheres da família: vestidos de noiva. Entre materiais, cores, feitios, silhuetas e afins, tanto a minha avó, como a minha mãe e tia defendem que um verdadeiro vestido de noiva deve de ser uma espécie de colcha com armação, ou seja, um vestido bem ao estilo Cinderela (saia de balão, penso que se chame assim). Apesar de achar este tipo de vestidos bonitinhos, acho-os demasiado desconfortáveis e ostentosos, para quem gosta de chamar a atenção; estava eu a tentar permanecer neutra na conversa e não manifestar a minha opinião sobre as modas, se não fosse eu filha única e sobrinha e neta mais velha e a minha tia perguntar:

 

"Então querida, o que vais querer usar um dia se te casares?"


Em vez de estar ali a explicar cada pormenor de um vestido, resolvi ligar-me à internet móvel e mostrar-lhe a foto deste post. Conclusão? Todas elas acharam o meu gosto antiquado, pavoroso e, segundo o maravilhoso vocabulário popular português, parolo. Mas quem raios vai vestir o vestido? EU! Não que me imagine a casar, até porque não sou muito crente neste patamar...mas se tal dia, acontecer, vai ser este estilo vintage, confortável e romântico que vou usar, independente da equipa-vestido-de-baile (apenas quero um decote mais deste estilo). Acho que vou levar o meu pai comigo para escolher um vestido de noiva, pois foi o único que gostou da minha escolha...e que respeita o meu gosto.

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