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Endless Words

"Escrever é como abrir gaiolas: coloco as palavras em ordem, descubro a senha do cadeado, liberto os pássaros. E os sentimentos."

Endless Words

"Escrever é como abrir gaiolas: coloco as palavras em ordem, descubro a senha do cadeado, liberto os pássaros. E os sentimentos."

 

 Eu, por vezes, considero-me uma autêntica criança. Gosto de brincadeiras parvas, risadas descontroladas que provocam dores de barriga e jogos infantis. Eu sou aquela que não possuí vergonha de quase nada. Eu gosto de contar piadas perversas na camioneta às minhas amigas e receber os olhares de reprovação das pessoas. Eu idolatro fazer guerras de pés em pleno comboio, eu gosto de fazer troça das relações amorosas das minhas amigas e eu amo correr pela faculdade quando estou atrasada para alguma aula. Eu gosto de avaliar as pessoas de um a dez, de fazer sons esquisitos e de cantar em inglês à lá cátia. Eu gosto de me divertir, não vivo para manter as aparências ou fachadas. Eu não quero representar um papel, eu gosto de improvisar, de viver momentos inesperados, de ser livre e espontânea. Eu não quero contar aos meus filhos e netos a minha vida como se esta tivesse sido o acontecimento mais belo e emblemático de todos os tempos; eu quero contar-lhes as minhas aventuras, as minhas parvoíces e as minhas gargalhadas. Eu quero ser única, não quero ser uma Barbie fria, de plástico, que namora o Ken perfeito. Eu quero construir a minha própria identidade.

 

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