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Endless Words

"Escrever é como abrir gaiolas: coloco as palavras em ordem, descubro a senha do cadeado, liberto os pássaros. E os sentimentos."

Endless Words

"Escrever é como abrir gaiolas: coloco as palavras em ordem, descubro a senha do cadeado, liberto os pássaros. E os sentimentos."

 

 

 Ultimamente, tenho imaginado que vou morrer sozinha. Esta maldita impressão teima em aparecer nos meus sonhos/pesadelos e, infelizmente, tem-se manifestando na minha realidade. Eu sou diferente, orgulho-me disso, mas sei que, por vezes, esta altivez que eu sinto pode ser amarga; digo isto porque não é qualquer pessoa (passo a dizer homem) sente-se atraído por mim ou acha-me bonita. Infelizmente, na sociedade de hoje, os homens interessam-me por aquelas raparigas vulgares, que se vestem e comportam da mesma maneira: é bom ter ao lado as mulheres que estão na moda. Os sentimentos são renegados e enfraquecidos em prol da vaidade, da falta de pudor e da sexualidade em si. Isto é verdadeiramente triste, porque o amor, a amizade, o carinho e a honestidade – que deviam de ser prioridade numa relação – estão a ser substituídos por vulgaridades e mesquinhices.

Eu devo, seriamente, ser um ser anti-social com aptidões sérias para a solidão eterna. Eu não ligo se as sapatilhas da pessoa que amo são de marca ou não, nem se ele está em forma ou não. Eu amo o sorriso da pessoa que amo, especialmente se ele for provocado por mim. E para fazer a pessoa feliz, não preciso de me tornar uma meretriz, penso eu: se eu estiver enganada, digam-me, por favor. Caso seja este o caso, eu prefiro morrer, apodrecer na solidão, do que ser tratada como uma prostituta gratuita, para o bel-prazer do sexo masculino.

 

Post Scriptum: Em breve, as respostas às vossas perguntas vão ser postadas, apenas não me encontro com espírito neste momento.

 

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